Quando se há vontade de fugir e não sabe-se para onde ir, as palavras podem ser a melhor forma de "sair correndo"! (Talita Horn)







quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Quando nada mais me resta, ainda me resta tudo isso.
Quando nada mais me vale a pena, esse sentimento ainda vale.
Quando tudo está assim tão vazio, teu olhar preenche-me por inteira.
Quando estou congelando, tua voz aquece-me.
Preciso de você pela vida inteira.
Porque sem você nada mais resta, sentimento nenhum vale, sou vazia e sinto frio.
Enquanto me resta você, me resta tudo. Se me resta a tua amizade, me resta amor.
E se tenho amor, tudo vale a pena. Nada é vazio e tudo é calor!
Tudo é amor!
Te amo
(Talita Horn)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O que é afinal o amor?
Amizade entre um homem e uma mulher?
Conhecer a fundo quem é um ser ou ainda poder ser a fundo quem se é?
Por que buscamos e sofremos tanto por esse tal?
E como podemos as vezes ter tanta certeza dele, sendo ele tão irreal?
Se te amo, como faço?
O que faço desse amor?
Pareço uma menina mimada, querendo aquilo que não pode ter.
Mas se te amo, como arranco as entranhas do meu peito e faço ele parar de te querer?
Não sei até quanto sou capaz de te esperar, quantas vidas ainda talzes..
A amizade é o mais belo dos amores e a mais cruel de todas as paixões!
Parece que tenho estado rodeada de animais. Pelo menos é assim que as pessoas tem se mostrado para mim, como bichos. Querendo devorar umas as outras.
Já não sei mais para que lado olhar, não sei para quem sorrir.
Não sei em quem devo acreditar ou em quem posso confiar.
Queria um abraço que tivesse um mínimo de sinceridade. Simplesmente sentir o calor fraterno.
Mas as pessoas conseguem te abraçar como se não houvesse um pingo de sangue correndo nas veias.
Estou querendo viver!
Estou pensando em renascer!
Para onde quero ir não importa, desde que eu vá a algum lugar.
Meu coração tem estado mais leve, mais em paz.
Agora acho que resta-me fazer algo pela vida, por mim.
Sei que preciso me livrar dos meus escuros, sei que nunca será fácil e também sei que as pessoas nunca intenderão!
Não sei explicar esse sentimento que me assalta o peito.
Uma mistura de solidão, com culpa e decepção.
Sempre dei muito valor a sentimentos e sempre os mantive a flor da pele. Mas acho que dessa vez passaram dos limites. Todos esses sentimentos juntos, tomaram conta de mim.
Um grande turbilhão. E eu, perdi o controle sobre quem sou.
Embriago-me para aguentar o tranco e durmo para esquecer. Acordo, choro e torno a embriagar-me ou adormeço novamente, quando a insonia permite.